Como a energia solar pode ajudar o Brasil a sair da crise
Produção de energia fotovoltaica gerou 40 mil postos de trabalho no primeiro semestre de 2020 e uma busca 50% maior por cursos, especializações e treinamentos.
Leia maisVocê desliga a luz, tira tudo da tomada, toma até banho rápido e sua conta de luz está cada vez mais alta ao invés de abaixar? Está mesmo difícil de entender o motivo de tamanho aumento! E a má notícia não é o acréscimo que você já está pagando, é que a conta não vai parar de subir!
Parte significativa do valor pago é referente à dívida de mais R$ 60 bilhões que o Governo Federal fez com as concessionárias de transmissão de energia e que são repassadas, como sempre, para os consumidores. E tem também a conta dos subsídios, que é você que paga, sempre. Então, nesse quesito, já sabe que a tendência é não mudar para melhor.
Os reajustes anuais, para que as concessionárias mantenham capacidade de atendimento e investimentos, não vão parar. Eles são calculados pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) considerando o custo da energia em kWh, da distribuição da energia até as casas e os impostos e encargos.
Então, vêm as questões climáticas. A principal matriz energética brasileira é hidroelétrica, por isso, em tempos de estiagem, a geração fica comprometida. Para compensar, como há pouco investimento em alternativas de produção, o ONS (Operador Nacional do Sistema) aciona as termelétricas. Isso explica porque a conta de luz aumenta quando o combustível fica mais caro – ou seja, cotidianamente.
É nessa relação de oferta x procura que foram instituídas as famosas bandeiras tarifárias. Se a bandeira é verde, não tem adicional no preço; se ficar amarela, tem R$ 1,50 a mais por cada 100kWh que você consumir; e quando passa para vermelha existem dois patamares de cobrança. O primeiro, no valor de R$ 0,03/kWh, quando as térmicas à gás são despachadas por mérito (o chamado GT1). O segundo patamar, no valor de R$0,05/kWh, quando as térmicas à óleo são despachadas por mérito (o chamado GT2).
Tem opção?
Melhorar o controle para diminuir o consumo, optando por aparelhos modernos, vigiar as tomadas na parede e manter o chuveiro na opção verão e banhos mais rápidos podem ajudar.
Tem ainda a oportunidade de investir em alternativas de geração, como a Solar, uma matriz eficiente, ambientalmente correta, e que não depende das oscilações do mercado.
No Espírito Santo, além da possibilidade de adquirir placas solares, foi lançado o primeiro Parque Solar, em que o consumidor pode investir no Sol e ter os benefícios dessa alternativa, sem se preocupar com manutenção das placas ou de ter perdas do valor investido com futuras mudanças de endereço.
Quer saber mais sobre essa geração? Veja esse eBook com informações de como investir em energia solar.

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